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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Por mais que procure palavras para dizer quem sou, a única coisa que concluo é que sou um SER HUMANO. Por isso luto todos os dias pela evolução da humaniadade, pois a evolução de todos é minha própria evolução. Sendo assim, não consigo aceitar nada que não seja o fato de que todos os homens são iguais, apesar das diferenças de religição, de crenças, de ideologias etc. - O que os outros disseram de mim para mim ou para os outros:
Professora de Psicologia da Graduação: Você tem uma alma forte, uma essência poderosa, ainda fará coisas maravilhosas.
Um homem mais velho que foi meu aluno quando eu estava começando o Magistério ao ser inquerido como era ser meu aluno: Ele é um professor que ensina e discute idéias.
Uma aluna da UFT, do ano de 2006: Um professor inesquecível para o bem ou para o mal.
Minha amiga e colega de infância Eunice: Um grande homem que jé venceu na vida e não tem nada para provar para ninguem.
Minhas filhas: Papai, pór que o senhor fala alto, parece que está brigando,? o senhor fica feio falando assim.
Meu amigo Adelino: Calma professor, eu sei que o senhor acredita no ser humano...
Meu amigo Joel Pinto de Barros: Um Diamante bruto que um dia será lapidado.
Um ex-aluno e professor na cidade de Professor Jamil - Você foi um professor inesquecível. Todos os dias lembro de uma lição aprendida com você, suas lições explicam a vida cotidiana.
Uma outra ex-aluna de Professor Jamil - Se eu pudesse dizer alguma coisa diria que você nos ensinou a viver, a baixar a bola, a sermos humildes diante do saber.
O que disse um amigo milionário: Você não ficou rico ainda por que não quis, ou por que tem preguiça de vontade. Inteligência não lhe falta.
O que disse um inimigo de velha data: O Nelson sabe o conhecimento que tem, sabe que poucos estão no nível dele, principalmente aqui no nordeste goiano, então, ele faz de propósito. Ele sabe que ele é prepotente, arrogante e autoritário.
De minha namorada que me deixou aos 19 anos, por que o pai dela dizia que eu era vagabundo e ia deixar ela passar fome: Olha, pra falar a verdade, nem mesmo quem te amava acreditava que você fosse tão longe.
De minha professora de 3ª série - Você foi o melhor aluno que tive. Eu sou feliz por ter sido sua professora.
De meu professor de 4ª série - Toda vez que lembro de você, sinto mais vontade de viver e sinto que a vida vale a pena.
Do prefeito de minha cidade: Se um dia você voltará Divinópolis será uma bem aventurada, todos nós ganharemos.
De minha filha de tres anos: você é meu paizinho lindo que brinca comigo de boneca.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

I SEMANA DE INTEGRAÇÃO ACADÊMICA E CULTURAL DA UEG E COMUNIDADE

Com o objetivo de integrar ainda mais a comunidade universitária à comunidade do Nordeste Goiano e parte do Sudeste do Tocantins, promovendo também um resgate artístico e cultural da região, a Universidade Estadual de Goiás – Unidade de Campos Belos, realiza a I SIACUC - I Semana de Integração Acadêmica e Cultural da UEG e Comunidade, nos dias 26, 27, 28, 29 e 30 de outubro de 2009.

A I SIACUC é dividida em duas partes distintas: na primeira do dia 26 ao dia 28 ocorrerão lançamento de livros, palestras, minicursos, apresentação de painéis e oficinas com temas nas áreas de letras, pedagogia e tecnologia e agropecuária. A segunda parte, nos dias 29 e 30 acontecerá o festival de música e poesia, com premiações aos telentos dessas duas modalidades, tanto da Unidade Unidade Universitária, quanto da camunidade: Campos Belos e demais cidades de abrangência da UEG.

A cerimônia de abertura presidida pelo professor Rosolindo Neto de Souza Vila Real, diretor educacional da Unidade, será no dia 26, segunda-feira as 18:30 min no auditório Dom Alano, na rua Rui Barbosa, praça da Bíblia de Campos Belos e contará com a presença de autoridades do poder executivo e legistativo da região. As palestras serão realizadas no mesmo local e o encerramento se dará no dia 30 de outubro com a entrega de prêmios aos melhores colocados no festival de música e poesia.

O grande diferencial da I SIACUC é sua estreita ligação com a produção acadêmica da Unidade Universitária com apresentação e maior publicidade dos projetos de pesquisa e extensão, bem como a qualidade das palestras, dos palestrantes e expositores envolvidos na semana. Outro aspecto de alta relevante são os lançamentos de livros Nas trilhas da poética de Osman Lins: um estudo sobre a metaficcionalidade do professor da Unidade doutorando Flávio Pereira Camargo; Percurso da narrativa brasileira contemporânea – coletanea de de ensaios – organizada pelo mesmo autor junto com o professor Dr. João Batista Cardoso da UFG; Estudos sobre a literaqtura e linguística: pesquisa e ensino também organizada pelo professor Flávio com outra professora da Unidade Vanessa Gomes Franca.

Nesta semana serão oportunizados espaços de apresentação e publicação de trabalhos artísticos e culturais de alunos, professores e pessoas da comunidade, objetivando valorizar e reforçar a identidade cultural da população da região de abrangência da Unidade. Destaca-se também na I SIACUC a siginificativa parceria com a sociedade, na aquisição de patrocínios para manutenção do evento.


Campos Belos 26 de outubro de 2009.

domingo, 25 de outubro de 2009

A Eleição na FAFICH e o GRANDE eleitor
Nas eleições para diretor da FAFICH este ano, na verdade, só temos um grande eleitor. O Nome dele é Marcelo Coelho. O Prefeito da Cidade de Goiatuba. È simples minha tese. Nas medidas legais o que a comunidade acadêmica pode fazer é eleger uma lista três nomes, ou seja, dentre todos os candidatos os três mais votados formam a listra tríplice. Uma vez a lista forma, a lei faculta ao prefeito escolher qualquer um dos três, sem incorrer em ilegalidade, e nomeá-lo como novo diretor da Faculdade. Ao fazer isso, o prefeito estará nada mais fazendo que cumprir rigorosamente a lei, mesmo que o escolhido por ele tenha sido o preterido em votos pela comunidade acadêmica.
Foi o que aconteceu na eleição passada. Dentre todos os candidatos o mais votado foi o professor Marcos Pereira, preterido, uma vez que o prefeito preferiu nomear a professora Dulce, que ficou longe de ser a mais votada, tanto entre os alunos quanto entre os professores.

O resultado político da hístória nós conhecemos. Para acalmar a "ira" dos "vencendores" perderdores o Professor Marcos Pereira foi "convidado" pelo Prefeito para assumir a Secretaria Municipal da Educação. Na época eu fui um dos que alertei para o fato de que mesmo que fosse um sucesso como secretário o professor Marcos não se sustentaria após o processo eleitoral, pois estes tipos de arranjos políticos na democracia brasileira, já está mais que claro que não funciona, pois contempla apenas pessoas e nunca plataformas de medidas a serem adotadas ou planos e políticas a serem seguidas.

Não fosse a chegada do novo Presidente Cleiton Camilo à FESG, a situação da FAFICH hoje seria totalmente lamentável. A gestão Alzair/Dulce propugnou por uma política de desvalorizar os cursos de licenciaturas, havendo inclusive ferrenhas discussões nas reuniões internas onde sempre estava presente as propostas de fechar cursos como Pedagogia, Letras e Educação Física. A chegada do novo presidente barrou as pretenssões nada claras da Direção Acadêmica que discursava pelos corredores que os cursos deficitáris tinham de serem fechados, não compreendendo eles que o crescimento de uma faculdade e sua transformação em Centro Universítário não pode ser avaliado pela rentabilidade lucrativa de um ou outro curso, mas pelas possibilidasdes lucrativas da totalidade, pois a idéia de Universidade pressupões que os cursos se completam em suas atividades para a formação de recursos humanos qualificados.

Mesmo com a chegada do novo presidente a gestão pedagógica da professora Dulce continuou temerária. Eu mesmo fui diversas vezes vitma do desconhecimento da prática eficiente de gestão pedagógica, chegando ao absurdo de se ter feito reuniões e mais reuniões para encontrar formas de fazer avaliação de minha pessoao objetivando buscar minha demissão. Em um destes casos fui salvo pelos alunos, pois os mesmos entenderam que as cobranças feitas por mim em sala de aula tinham o único objetivo de ajudá-los a crescer no processo de Ensino-aprendizagem. Mesmo assim, o disparate da direção pedagógica ir até as turmas, e segundo depoimento de alguns alunos pressionar os mesmos a fazerem abaixo-assinado para buscar a minha demissão é tanto hilário quanto idiota, pois não se avalia professor desta forma.

A avaliação docente é feita de forma institucional, ou seja, avaliando as condições sob as quais o docente ministra suas aulas. Desta feita, caso eu fosse mal avaliado pelos alunos eu poderia mesmo ter arguido em minha defesa, ( e já existe julgado neste aspecto), que o grande problema que meus alunos não tem desenvolvido com destreza a aprendizagem se dá inclusive pela maneira discriminatória pela qual tenho sido tratado durante anos nesta Instituição.

Os gestores pedagógicos, tanto os que me demitiram cinco anos atrás, quanto aqueles que ainda estão no poder, sendo a professora Dulce um dos últimos resquícios, parece não compreender o que é o ato educativo. Não primam pela relação de aprendizagem nem tão pouco pela criação de uma ambiente de aprendizagem na Instituição. Não valorizam os professores que buscam qualificação, que luta para melhorar em quantidade e qualidade o número de publicações, e participar de congressos das referidas áreas de conhecimento.

Um dos exemplos da inépcia da atual gestora pedagógica é o pouco interesse que demonstra pela iniciação científica e pela criação do Laboratório de Línguas. No primeiro caso, eu propus a criação de bolsas de iniciação científica e ministrei um primeiro mini-curso para aprofundar conhecimentos sobre o que é ciência aos alunos que desejassem participar; em vez de apoiar a atual diretora fez campanha aberta para que a FESG não pagasse os honorários relativos ao curso, como se alguem nesta vida trabalha de graça. No caso do laboratório de Língua, uma iniciativa que traria benefícios a todos os cursos, principalmente ao curso de Direito, pois tais profissionais trabalham diretamente com e leitura e escrita e necessitam de uma segunda língua, a diretora não apenas não envidou nenhum esforço, ( pelo menos que seja do meu conhecimento);. como ainda no mês de junho chegou a noticiar que o curso de letras teria suas atividades encerradas. O curso de letras só não foi fechado por que a presidência em reunião na Cidade de Rio Verde na Reitoria da Universidade de Rio Verde, recebeu e acatou a idéia de conceder bolsas aos alunos do curso de letras, manter o curso mesmo deficitário com o compromisso dos professroes e coordenador do curso dar andamento na execução dos cursos de extensão e ao laboratório de Línguas para beneficiar de alguma forma os demais cursos da Instituição. Que eu saiba, as coisas não tem andado como o combinado, e é responsabilidade da Direção pedagógica zelar pelo planejamento pedagógico da Instituição.

Uma outa proposta feita por mim mesmo, é o "Projeto Escola Nota 10". A proposta é utilizar os alunos estagiários, o espaço ocioso da faculdade no turno matutino e noturno para criar ambiente de aprendizagem que potencialize a formação dos estudantes da rede básica do munícipio. Fiz reunião fechada com toda a equipe de gestão pedagógica, foi criado todas as condições na Secretaria Municipal de Educação, e, quando chegou a hora de colocar em prática o projeto, por meio da seleção dos estagiários, todo o trabalho foi simplesmente ignorado como se nada tivesse sido feito. Tendo que recomeçar tudo de novo, por meios burocráticos e de inúmeros protocolos que pela rapidez com que se dá quorum nas reuniões da Instituição certamente que o projeto não sairá do papel nunca.

Imagino que cada professor, tem histórias semelhantes para contar. De um tempo para cá percebi que não é perseguição a minha pessoa apenas, é ineficiência e ineficácia mesmo. A direção Pedagógica não tem clareza de qual é o papel do gestor pedagógico, já discutido por mim, em artigo anterior. Sem clareza do papel a ser exercido e com uma tremenda falta de humildade para ouvir, não é dificil que fiquem andando em circulos sem saber para onde ir.

Nestas condições é que preocupa-me o papel de grande eleitor do Prefeito Municipal. Ora, embora alguns tenham dito que o prefeito tenha afirmado que vai nomear o mais votado, nada o impede que ele mantenha a professora Dulce. A Lei o permite isso. Ele não estará fazendo nada legalmente errado. Portanto, é mister que além de votar a comunidade acadêmica que entende os desastres desta gestão deixe claro ao senhor prefeito que a continuidade da tranquilidade acadêmica depende da substituição da Professora Dulce, pelo candidato mais votado. Aliás, ao meu ver, mesmo que a diretora Dulce seja a mais votada não deveria ser a indicada, pois neste momento de crescimento a Faculdade precisa de pessoas que acredite no crescimento da Instituição, no crescimento de todos os cursos, e na missão da Instituição que é prover o acesso ao Ensino Superior a todos os filhos de Goiatuba e Região.

Por que digo isso? É simples. Com o mal entendido que é nossa democracia, onde ainda se ganha votos dando tapinhas nas costas e fazendo promessas, que na maiorias das vezes não são cumpridas, ou mesmo, fazendo promessas apenas nas possibilidades da expectativa do poder, é possível que a professora Dulce venha a ser a mais votada, mas certamente ela não representa o futuro da Instituição. Ela representa um passado do qual deveríamos ter vergonha, de grupelhos e de perseguição pessoal. O momento, agora é outro, é de olhar para frente, seguir em frente, transformar a FAFICH em Centro Universitário, fortalecendo todos os cursos existentes, ampliando o número de alunos e cursos, e criando cursos de extensão e pós-graduação que propicie aos filhos de goiatuba e região alta qualificação humana e tecnológica.

A democracia deve nos sevir para avançarmos, não para olharmos para trás. A democracia deve servir para que aprendamos com os erros a escolher melhores gestores, mais qualificados, e que compreendam o serviçõ que se tem que fazer. Gestão pedagógica é trabalho para profissionais altamente qualificados e experientes, não para amadores que passam o tempo envolvidos em simpatias e antipatias.

Reverência e a busca pela paz.

Hoje, quero falar de reverência. NO dicionário significado da palavra reverência é dado como: reverência
Significado de reverência
s.f. Respeito profundo, acatamento, consideração.
Veneração ou respeito às coisas sagradas.
Cumprimento respeitoso; saudação respeitosa, acompanhada de inclinação do tronco para a frente ou de flexão dos joelhos; vênia, mesura: fazer uma reverência.
Vossa Reverência, tratamento que se dava aos religiosos das ordens mendicantes.
E é por isso mesmo que vejo importância em falarmos de reverência. Nos dias atuais, as vezes, falar de respeito já é dificil, e, talvez o nosso problema é que apenas respeito não constrói relações duradouras e pacíficas.
Creio que tem faltado a todos nós a reverência. Não aquilo que se chama reverência a um Deus exterior, mas reverência mesmo aquele divino que existe em nós. Na correria do dia-a-dia, poucas vezes paramos para reverenciar a natureza, não olhammos nosso próximo,nossos filhos, amigos, parentes com reverência. Temos dificuldade de parar, pois, necessitamos correr desesperadamente, em busca de algo que nem ao menos sabemor por que.
O ato de reverência exige uma parada, exige reflexão, exige ver, perceber, olhar mais de uma vez. Exige sentir o outro que existe em nós para que possamos sentir o nós que existe no outro.
A reverência é o ato essencial a percepeção da beleza. Talvez por isso os atepassados viam na reverência um passo primordial na adoraçao a Deus. Era pela reverência que se unia à Divina Providência.
Reverenciar é ter respeito profundo, é olhar para alguma coisa como única. È dar um valor incomensurável, é olhar profundo com os olhos da alma.
Nos dias de hoje, umas das coisas que precisamos reverenciar é a busca pela paz, ou a paz em si. O mundo está turbulento, os valores estão invertidos, o ser humano está espremido entre o ter e o ser, sendo que o ter está confundindo a mente de muitos.
Em tempos nos quais se reverenciar o ter,o consumir, o viver na correria, é preciso reverenciar a serenidade, a tranquilidade, a natureza, a paz de um lado cercado pela tempestade turbulenta.
Hoje, lutar pela paz é retomar o direito de reverenciar o bem, o amor, a força, a sabedoria e a beleza.É tempo de ouvir o cantar dos passáros, de sentir a brisa a nos tocar de leve ao corpo em dias de calor.
É tempo de permitir falar o Deus que existe em nós.

sábado, 24 de outubro de 2009

Os Fenômenos mentais e psíquicos.
Hoje na palestra de abertura feita pelo Frater e Grande Conselheiro José Gonzaga sobre os Fenômenos mentais, foi interessantes as informações passadas ao público sobre isso que o mundo chama de paranormalidade.
Em tempos que as pessoas usam e abusam dos poderes mentais para os fins mais escusos, que bom seria se todas as pessoas conhecessem a força que tem a telepatia, e o quanto é comum o uso da mesma para manipular, dominar e escravizar as pessoas. Quantos casamentos seriam preservados, quantas familias não seriam desfeitas, se ao menos soubessemos proteger a nós e aos nossos amados das influências maléficas daqueles que não tem outro objetivo na vida do que continuar perdidos e sem saber para onde ir.
Do mesmo modo, quanto ganharia a luta pela paz se conhecessemos os poderes da psciocinese, da vibroturgia, do desdobramento espiritual e tantos outras possibilidades já admitidas pela ciência.
O que nos ensina a lei da relativade? o que nos ensina a antimatéria?
Será que não é chegada a hora de disponibilizar tais conhecimentos para a massa da humanidade e assim contribuir para evolução de toda a humanidade?

Na palestra da Soror Maria do Socorro tivemos a oportunidade de conhecer a história de inúmeros homens que sonharam e lutaram por um mundo de maior paz e de fraternidade. Dos muitos citados, tenho especial admiração por Nelson Mandela, Martim Luther King, Jesus, Ganhdi, Sidarta Guatama. O que fica, no entanto, é que precisamos fazer mais do que conhecer a luta pela paz, temos de nos envolver nela, nos comprometer com ela.
Lembra-me aqui a história do ovo, da galinha, do porco e do sandwuiche de Salame. A galinha está ali, sempre envolvida, mas o porco, o porco não, está sempre comprometido. Creio que na luta pela paz temos de nos compremeter, começando pela nossa familia, nossa cidade, nossos amigos, nossos queridos. E assim, envolver e nos compremeter com a paz de toda a humanidade.

São exemplos de homens assim, como Spencer Lewis que dedicaram suas vidas a luta da grande obra, a grande missão de ajudar a humanidade em sua evolução que deve nos mover para adiante.

Lembra-me aqui um exemplo que ao meu ver não pode ser esquecido. Henry Ford. Sua idéia de produzir para as massas, para melhorar a vida de um grande número de pessoas não pode ser visto a não ser como um dos modelos que podemos contribuir para o avanço da humanidade.O trabalho, a luta material terá mais sentido se começarmos a pensar em fazer tudo sempre com um objetivo implícito de melhorar a vida das pessoas.

O Cosmos nos agradeçerá.
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Pensamentos sobre a vida
sábado, 24 de outubro de 2009
Paz, Fraternidade e Mistiscismo
Neste fim de semana participei da VI Convenção Regional da Rosacruz, Região GO I que engloba Goiás, Distrito Federal e Tocantins. Foi uma ótima oportunidade para conhecer novos irmãos, vivenciar palestras maravilhosas sobre a paz, a fraternidade e o mistiscimo, temas do encontro.
O que está ficando para mim, ( a convenção só termina neste domingo as 18 horas), é que o mundo realmente precisa trabalhar mais pela paz, pela fraternidade e pelo misticismo. O mundo atual está por demais conflituoso, e, precisamos entender que a paz está dentro de nós, e que começa em nossa família.
Começando em nossa família se estende para o nosso grupo de amigos, local de trabalho, nossa cidade, estado país. Só a medida que vivemoso e nos integramos na humanidade inteiro poderemos aprender o significado da paz e da fraternidade.
Na palestra de abertura a mensagem do Frater Hélio Moraes e Marques nos ensinou sobre nossa busca interior, por meio da seguinte Parábola:
Certa vez um boneco de sal queria entender o que era o mar. Então todos os dias pedia ao seu dono que o levasse ao mar. O dono relutava, imaginando o que poderia acontecer, mas a cada dia o boneco de sal insistia mais. Ao final, vencido pela insistência o dono o levou para conhecer o mar.
Ao chegar ao mar o boneco desce do carro, começa a andar pela praia, olhar para o mar embevecido. Ainda não entende, embora maravilhado que estava, o que era o mar.
Então caminha, caminha em direção ao mar. Coloca o pé no mar, e percebe que os seus pés se desfazem, mas não o seu desejo de compreender totalmente o que era o mar. E continua, e continua, e quanto mais sente o seu corpo se diluindo no mar, vai compreendendo o que era o mar.
De forma súbita, uma onda, uma grande onda o traga totalmente e o seu dono escuta um grito: - Agora entendo o que é o mar, o mar sou eu.
Creio que esta parábolal ilustra bem a busca dos rosacruzes, mas pode ilustrar muito mais. Ilustra a busca de todo ser humano pelo amor, pela amizade. O amor, a amizade e todas as virtudes morais, intelectuais e espirituais está como uma semente dentro de nós. Basta que a deixemos nos envolver como o mar, nos diluir, nos tornar uno com os nossos irmãos.Como saber da amizade, se não nos deixarmos nos envolver pelo ser amigo? Comco sentirmos o valor da amizade quando não somos capazes de correr nenhum risco pelos nossos amigos? Como entender e sentir o amor sem capacidade de nos doar?

A busca da felicidade neste mundo conflituoso e em transformação passa pos nos deixar envolver pelas virtudes que estão dentro de nós. Passa por nos integrar fraternalmente com os nossos irmãos de todos os cantos do planeta. E isso, significa sair de nossa clausura de egoísmo, orgulho, mequinhez, e tantas outras situações que nos prende a matéria vil e ignomiosa.

Não teremos paz e dignidade se não formos capazes de nos deixar sentir e nos envolver pelos nossos irmãos. Temos de aprender a vivermos a felicidade com dignidade.

Nelson Soares dos Santos é estudioso da Rosacruz AMORC
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Pensamentos sobre a vida
sábado, 24 de outubro de 2009
Paz, Fraternidade e Mistiscismo
Neste fim de semana participei da VI Convenção Regional da Rosacruz, Região GO I que engloba Goiás, Distrito Federal e Tocantins. Foi uma ótima oportunidade para conhecer novos irmãos, vivenciar palestras maravilhosas sobre a paz, a fraternidade e o mistiscimo, temas do encontro.
O que está ficando para mim, ( a convenção só termina neste domingo as 18 horas), é que o mundo realmente precisa trabalhar mais pela paz, pela fraternidade e pelo misticismo. O mundo atual está por demais conflituoso, e, precisamos entender que a paz está dentro de nós, e que começa em nossa família.
Começando em nossa família se estende para o nosso grupo de amigos, local de trabalho, nossa cidade, estado país. Só a medida que vivemoso e nos integramos na humanidade inteiro poderemos aprender o significado da paz e da fraternidade.
Na palestra de abertura a mensagem do Frater Hélio Moraes e Marques nos ensinou sobre nossa busca interior, por meio da seguinte Parábola:
Certa vez um boneco de sal queria entender o que era o mar. Então todos os dias pedia ao seu dono que o levasse ao mar. O dono relutava, imaginando o que poderia acontecer, mas a cada dia o boneco de sal insistia mais. Ao final, vencido pela insistência o dono o levou para conhecer o mar.
Ao chegar ao mar o boneco desce do carro, começa a andar pela praia, olhar para o mar embevecido. Ainda não entende, embora maravilhado que estava, o que era o mar.
Então caminha, caminha em direção ao mar. Coloca o pé no mar, e percebe que os seus pés se desfazem, mas não o seu desejo de compreender totalmente o que era o mar. E continua, e continua, e quanto mais sente o seu corpo se diluindo no mar, vai compreendendo o que era o mar.
De forma súbita, uma onda, uma grande onda o traga totalmente e o seu dono escuta um grito: - Agora entendo o que é o mar, o mar sou eu.
Creio que esta parábolal ilustra bem a busca dos rosacruzes, mas pode ilustrar muito mais. Ilustra a busca de todo ser humano pelo amor, pela amizade. O amor, a amizade e todas as virtudes morais, intelectuais e espirituais está como uma semente dentro de nós. Basta que a deixemos nos envolver como o mar, nos diluir, nos tornar uno com os nossos irmãos.Como saber da amizade, se não nos deixarmos nos envolver pelo ser amigo? Comco sentirmos o valor da amizade quando não somos capazes de correr nenhum risco pelos nossos amigos? Como entender e sentir o amor sem capacidade de nos doar?

A busca da felicidade neste mundo conflituoso e em transformação passa pos nos deixar envolver pelas virtudes que estão dentro de nós. Passa por nos integrar fraternalmente com os nossos irmãos de todos os cantos do planeta. E isso, significa sair de nossa clausura de egoísmo, orgulho, mequinhez, e tantas outras situações que nos prende a matéria vil e ignomiosa.

Não teremos paz e dignidade se não formos capazes de nos deixar sentir e nos envolver pelos nossos irmãos. Temos de aprender a vivermos a felicidade com dignidade.

Nelson Soares dos Santos é estudioso da Rosacruz AMORC