Pesquisar este blog

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Eu e sua imaginação

Lembras aquele dia
que na praça uma brisa suave
soprava teus cabelos?
Era eu que em sonhos te acariciava.


Lembras aquele dia
em que no rio mergulhastes,
desejando lá deixar tuas mágoas?
Eu era as águas que te envolvia,
procurando te consolar.


Lembras aquele dia/noite,
que observavas o céu?
Uma estrela cintilava,
brilhando com mais e menos intensidade.
Era eu que no silêncio da noite declarava-te meu amor.


Lembras aquele dia
que em prantos de lágrimas chegastes em casa,
trancaste-te no quarto,
pensando estar sozinha?
Eu era o travesseiro.


Lembra os momentos
que as vezes nas manhãs ensolaradas,
o canto dos passarinhos parece de longe, 
muito longe, sussurrar aos teus ouvidos?
Sou eu, insistentemente tentando dizer que te amo.


(Poesia escrita no ano de 1992,  e que faltou coragem para enviar para minha musa inspiradora. Espero que ela leia, e veja nos versos nosso amor não vivido.)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Amor do Passado

Era ilusão. Só agora vejo.
O tempo perdido. A insinuação.
As horas felizes que difamaram,
o estranho poder da imaginação.

Tudo passou. Felicidade Perdida.
Tentativas desastradas. Inúteis saídas,
Buscadas desesperadamente no calor da paixão,
de um fanatismo inerme que não ouve a razão.

Queria assaz,eu velejar no tempo.
E em um vôo fictício encontrar os astros;
Dar asas a estes pensamentos...

Eles trovejam em me minha mente, tornando-me casto,
sem medo de possivelmente cair em um ergástulo;
Vivendo este amor inútil do passado.


(Esta poesia foi escrita no ano de 1995. Muitas pessoas estavam preocupadas com o fato de eu não arrumar namorada. Rapaz solteiro sem namorada começou a correr na cidade o boato que eu fosse homossexual. O seu Joel ( aquele amigo do qual já falei aqui), chamou-me para uma conversar franca. Perguntou-me se eu era homossexual ou se meu coração estava prenchido por um amor impossível. Depois de  muito relutar, contei a ele, comendo carabola, debaixo de uma mangueira, que meu coração estava sim habitado. Contei que quando no Internado amei com toda minha alma uma garota que sequer olhou para mim. Ele assustado, perguntou: Voce nem a beijou, e se guarda para ela? Eu respondi: Sim. Não consigo mais olhar para outras mulheres, penso nela todas as horas do dia...vejo ela nos meus sonhos, e as vezes na rua pensou vê-la passando. Ele preocupado, disse pra eu orar por esta pessoa. Não tem lógica - disse ele. É um sentimento muito forte. É coisas de vidas passadas. E ficamos a tarde toda, ele explicando para um Adventista, o que eram vidas passadas. No final da tarde eu estava aliviado. E escrevi esta poesia.)

Elegia a Divinópolis

Um dia foste Cirinópolis.
Fostes Galheiros.
E hoje, sois Divinópolis.
Tu és Divina, Divinópolis.
Em ti,
O bem domina o mal,
A vida domina a morte,
A alegria domina a tristeza,
O trabalho domina a sorte.
Tu és Divina, Divinópolis.

Vejo tua força, "Menina Moça",
dos poetas anônimos,
que lutam contra o mal
sozinhos, calados,
que nas caladas da noites
reflete, conclui...
E escreve livros,
que não serão publicados.

Vejo Esperança
Em tuas árvores frondosas,
Nos teus jovens robustos,
Em tuas donzelas carinhosas,
Que aqui lutam para crescer...
Muitos, um dia partiram,
Mas que um dia hão de voltar
Os meus olhos já viram.

Eu também vejo em ti.
Uma triste sina.
Os homens maus,
que agem na surdina,
Que preparam arataca aos desavisados.
Que dilarcera os pobres e engana os coitados.

Vejo o teu futuro.
Envolto em glórias,
resurgindo do caos,
sua própria história,
como meiga lembrança,
de passadas auroras.

Vejo Homens
que vivem no silêncio,
como crianças,
em plácida inocência.
Um dia eles abrirão suas bocas,
Erguerão suas vozes,
fracas e roucas.
E mudarão a história;
para felicidade do bem,
do amor e  da glória.

(Poesia escrita no ano de 1994, depois de desafiado por meu amigo Joel Pinto de Barros, a quem devo muito de minha fornação. Ele dizia que a religião, o internato, a paixão e o amor não vivido tinha destruído meu talento literário. Para tentar convencer-me que o meu caminho era a política e a literatura mostrou-me material escrito que sonhava um dia transformar em livro que li avidamente. No material escrito chamava nossa cidade de Menina Moça. Eis um homem que sabia lutar pelo bem, consciente de que fazia a diferença como um Beija Flor que tenta evitar a queima de uma floresta. Anos depois tive a honra, já depois de formado e Mestre em Educação, de ser professor do mestre e acompanhá-lo na jornada em busca de um diploma de curso superior pelo qual ele sonhou e lutou levar para Arraias e Campos Belos, para que os filhos  do Nordeste Goiano pudesse ter a oportunidade de crescer. A publicação deste poema neste espaço é uma homenagem a você, meu grande mestre - Joel Pinto de Barros, e pequena e bela cidade que me acolheu ainda criança, Divinópolis de Goiás.)

Ei!!!!!!!

Ei! Olhe para minha panela!
Ela não tem feijão.
Olhe para minha cama!
Ela não tem colchão.
Mas, Obrigado Senhor,
Por que não durmo no chão.

Ei!! Olhe para minha casa!
Ela não é rebocada.
Olha para minha lavoura.
Ela é feita de enxada.
Minha casa não tem banheiros;
E suas portas estão quebradas.

Olha onde estão as minhas roupas!!
Dobradas em um mísero malote.
Meu sapato está rasgado;
Mas até que sou um menino de sorte.
Não preciso comer ratos para me livrar da morte.

Ontem fazia frio,
Que triste recordação,
Meu cobertor era fino.
Não dava acomodação.
Fiquei triste, perdi o sono.
Então, lembrei-me do que fizestes;
Quando fostes pregado na cruz
Nem mesmo roupa tu tivestes.

Ah! Obrigado senhor.
Por ensinar-me esta lição.
Ensina-me a amar-te.
E a sofrer com resignação.

(Poesia escrita quando tinha 11 anos de idade. Visto pela professora foi motivo de eu ter me tornado Carteiro Aprendiz, meu primeiro emprego, no ano de 1985. Assim pude vender menos doces na rua, engraxar menos sapato, trabalhar menos com meu pai na lavoura e estudar mais).

O Lar, a família e o Estado democrático

Esta democracia III - Os caminhos da mudança - A valorização da família.


Tenho defendido insistentemente de que o desenvolvimento do nosso estado passa por um forte investimento no ser humano. Dentre os artigos escritos podemos rever http://nelsonsoaresdossantos.blogspot.com/2010/11/eu-estava-certo.html, ali, eu defendia que o fortalecimento da democracia e o investimento no ser humano passava por algumas questões como Fortalecimento da UEG, Fortalecimento da rede de proteção social, Investimento na Educação, Ciência e Tecnologia. Hoje, quero falar de um assunto que parece ser o ponto de partida para que todos estes pontos já discutidos venha a ter sucesso - O investimento e a valorização da família. O estado pode contrbuir para valorizar a família na medida em que fortalece os seus laços, esclarece os caminhos para a paz familiar e age como estado educador.

Eu sempre acreditei que a família é a base da sociedade, a célula mater, assim aprendi e nunca duvidei desta verdade. E por mais que muitos consideram que o conceito e o modelo de família se modificou muito nas últimas décadas há conceito que creio perdura na prática em todos os cantos da terra.."Família é um núcleo de convivência unida por laços afetivos que compartilham o mesmo teto." Gosto desta definição por que ela abarca todas as situações familiares conhecidas na atualidade. Pensando assim podemos dizer que madrasta, padrasto, enteados,desde que morem sobre o mesmo teto pode se considerar como tendo uns com os outros obrigações familiares. Ainda gosto de acrescentar a isto que a família em tais casos se estende aqueles que estão fortemente unidos por laços afetivos mas convivem no mesmo teto, como por exemplo, os filhos de pais separados que contribuem para existência de laços afetivos tanto com os pais verdadeiros quanto com os novos companheiros dos seus pais.

Entender as novas relações familiares que se estabelecem é crucial para a valorização da família. Com o aumento do divórcio não tem como negar mais os novos tipos de relações que se estebelecem nem as consequências que delas advém. Nos dias atuais não se pode negar que o padrasto acaba por participar ativamente na vida dos enteados, assim como a madrasta, sendo assim é preciso cuidar para que estas relações sejam harmônicas, o que muitas vezes não acontece. Neste sentido o Estado pode contribuir das mais variadas formas:

1. Estabelecer uma política de cuidado com as crianças. Escola de tempo integral, política de fortalecimento da Educação Infantil e investimento na cultura com bibliotecas voltadas para as crianças e adolescentes, .cuidado com educação sexual das adolescentes e jovens contribuindo assim para prever e precaver contra situações que enfraquecem cada vez mais a família;

2.Fortalecer a rede de proteção social aliado ao investimento em cultura, esporte, lazer, e, sobretudo a educação. O enlace dos programas sociais a estas atividades contribuiria para o desenvolvimento pessoal e espiritual de nosso povo.

3. Investir em áreas de lazer voltadas para as famílias. Parques, teatros, apresentações musicais são alguns dos exemplos aos são propícios a participação de toda a família.

Entrelaçado a isso, não resta dúvida que o investimento na rede educacional pública é uma forma de valorização da família. Neste sentido, urge que o estado construa as estruturas necessárias para a escola pública que hoje é deficitária de áreas de lazer, e de vida cultural. O investimento no desenvolvimento espiritual e culturas dos professores torna-se também de suma importância.

Para concluir, cito aqui o que pensa a ex-candidata a presidência da república Ingrid Betancourt sobre como ela mudou sua forma de pensar enquanto esteve no cativeiro prisioneira das FARRCs, em entrevista a revista H. S. Manegement. " Eu me convenci de que não são as leis que vão mudar o mundo, nem os políticos, nem os presidentes, nem os congressos. O mundo vai mudar se conseguirmos sentir compaixão pela dor alheia, se nos abrirmos ao outro, se conseguirmos nos colocar em sua pele, se culparmos menos e perdoarmos mais". Ora , que lugar é mais propício para começar este tipo de mudança? É na família que podemos sentir mais de perto um do outro. É nos momentos em família que melhor podemos experimentar o amor, a compaixão, a generosidade. Por tudo isso, valorizemos a família e o lar como local de crescimento das pessoas e primeiro passo do desenvolvimento social.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Eu e você

Você precisa querer
Eu preciso ser querido.

Você deseja amar.
Eu desejo ser amado.

Eu quero corresponder.
Você ser correspondida.

Vamos unir nossos desejo,
E mudar as nossas vidas.

(Poesia escrita no ano de 1991, no Instituto Adventista Brasil Central)

Aurora da Madrugada

Quando ao alto o sol se esconde na aurora de nossas vidas,
E os seus raios se esvaecem nas lembranças esquecidas,
lembra-me os tempos antigos que são vividos de novo
Nos ideais atrevidos dos que vivem dentro de um ovo.

Somos mais que vagalumes vagando na escuridão,
Somos mais que borboletas voando perdidas no espaço,
Somos mais que águias douradas voando pela imensidão,
Na estrada escura da vida que vamos pegando à laço.

Sons retumbam aos nossos ouvidos enquanto não temos voz,
e se algemam as mãos calejadas dos que defendem albatroz..
Eu vejo em névoas expensas as figuras dos marajás,
que nos meus sonhos perdidos ficam presos em alcatraz.

Como bravos napoleões correndo pela rua à lutar,
Vejo um formigueiro humano incendiando o mar...
E nos vórtices velozes vagando com cravas dores.
Vejo homens e mulheres pensando viver amores.

E remoendo o passado, no auge da dor, do sofrimento e agonia
da ilusão recolhida e do amor à filosofia que aprendeu,
Pensam que são felizes enquanto vivem horrendas orgias,
E tem esperança de um ter a paz perdida do profeta que morreu.

Pregam paz, pregam paz,pregam o fim da destruição.
O mundo é uma aldeia global vivendo em intensa união.
Os homens, todos de mãos dadas, lutando pelo fim da dor.
Sonhando com a ilusória visão do ideal do amor.

E as sementes que plantamos, com certeza não floresceram.
E os espinhos, miseráveis, invadiram nossa nação.
Como um exército de vinkigs saquearam nossas vidas,
e como um rebanho de vespas destruiu nossa união.

À extrema melancolia vive-se o ser humano.
Pensando no futuro que em breve o há de esperar.
Os tic tacs de uma relógio na parede dependurado,
Faz lembra que o tempo passa que o passado não pode voltar.

É assim que sobrevivem a nossa geração invejada.
É assim que o tempo passa na nossa casta escuridão.
E recuando e avançando na extrema desilusão.
Tendo a esperança de ver a aurora da madrugada.

(Poesia escrita no ano de 1990, dois antes da formatura do Ensino Médio no Instituto Adventista Brasil Central - Anapólis - Goiás)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

A Beleza de uma criança

Posso vê-la bela a sorrir.
O seu sorriso é o meu alento e acalanto.
O meu sonho o encanto;
a doce paz que me faz dormir.

Posso vê-la vela a cantar.
O teu canto é a voz dos anjos;
sua simplicidade lembra os arcanjos;
E assim, ensinas-me a amar.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

2010 está terminando?

Eu confesso que sinto vontade de não escrever nada sobre o ano de 2010. Não sou naturalmente pessimista, mas foi um ano que gostaria muito de esquecer. Foi um ano no qual as rosas que eu plantei não floresceram e apenas os espinhos ganharam vida. Perdi meu emprego, perdi a família, perdi amigos (morreram, pois se estivessem vivos não teria perdido, pois amigos que se perde é por que nunca foram amigos). O meu doutorado termina o ano com prejuízos incomparáveis.

Quando olho de outro ângulo no entanto, vejo que pode ter sido o melhor ano da minha vida. Tem sido assim. Há muito tempo aprendi a compreender que tudo na vida possui dois lados. Quando se olha com atenção logo se vê que muito pode se aproveitar daquilo que parece ruim.

O primeiro exercício é olhar para os lados. Quando fazemos isso logo vemos que tem muita gente em melhor e em pior situação do que nós. Este exercício pode nos ajudar a ver nossa pequenez ou nossa virtude de ser igual aos demais, e, de ser apenas um ser diferente entre tantos, nem melhor, nem pior.

O Segundo exercício é olhar para o passado. Quando fazemos isso podemos perceber o quanto caminhamos, o quanto vencemos. Tantos ficaram pelo caminho, caíram desanimados, foram tragados pelo destino em mortes horríveis. Acidentes, tragédias da natureza levaram tantos e nós aqui ficamos. Então percebemos que nossa vida tem um sentido e na verdade o que passamos foi aprendizado.

O Terceiro exercício é olhar além. Olhar além significa olhar além de nós mesmos, além do nosso passado vivo, do nosso presente vivido, e, por que não, do futuro que nos espera. Quando olhamos além de nós mesmos logo vemos que existe uma imensidão de possibilidade em nós, para nós e através de nós. Logo então aprendemos que na verdade somos instrumentos de um propósito maior.

Olhando assim,, 2010 foi maravilhoso. Chegamos ao fim. Na verdade a vida não chega ao fim no final do ano. É apenas uma pequena parada a beira de um lago, à sombra de uma árvore, para em seguida continuar esta bela caminhada que é o viver.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

As tormentas da vida

Há momentos em nossas vidas nos quais a tormenta parece forte demais. Olhamos para um lado, olhamos para o outro lado, e tudo parece escuro. Não se vê luz, não se vê saídas, não se vê caminhos.

Há momentos em nossas vidas que pensamos ter chegado a hora de desistir. É aquela hora em que tudo parece dar errado, quando tentamos, tentamos, e em cada tentativa o que conseguimoso é apenas mais um fracasso!!

Há momentos em nossas vidas que até mesmo as descidas são difíceis. Aqueles momentos quando parece que vamos perder tudo que construímos e ver desconstruir tudo que somos!!

Há momentos em nossas vidas que olhamos e não vemos a família amada. Olhamos e não vemos a carreira que construímos; olhamos e não vemos o futuro que sonhamos.

Tudo que construímos colocando pedra por pedra a cada dia, tijolo por tijolo, vemos derrubados pela tempestade, levados pelo vento, destruídos pelas enchentes do ódio, da inveja, e, de tantos outros males que nos atacam.

Há momentos em nossas vidas nos quais olhamos para todos os lados e nos perguntamos: Onde está Deus? o que este Deus Todo Poderoso, este Grande Arquiteto do Universo, está querendo nos falar? Qual a mensagem? Qual o recado e por que é enviado por meio de tanta dor?

Qual caminho senhor? O que podemos aprender de Justiça e sabedoria na dor, na tristeza e na aflição? Será este o caminho mais ágil para evolução de nossa alma?

Como caminheiros caminhamos por este mundo.E nele somos atacados por tormentas, tempestades, tufões. E olhando para os lados, vendo-nos na escuridão, será motivo para desanimar? Será motivo para fugir da luta, da batalha, da guerra?

Eu digo Não. Não. Não devemos fugir jamais, e sim, como verdadeiros soldados levantar a cada queda, respirar, seguir em frente. E enquanto restar força em nós ir em frente, seguir, caminhar. Enquanto houver forças lutaremos até que Deus venha ao nosso encontro e nos traga o conforto merecido.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Artigo sobre o Nordeste Goiano

O Diário da manha publica hoje na coluna opinião, artigo interessante do meu conterrãneo João Beltrão Filho. Confiram.

http://www.dmdigital.com.br/index.php?edicao=8425&contpag=1

sábado, 4 de dezembro de 2010

Viva a Justiça Brasileira. - Cai o Prefeito de Goiatuba

Depois de publicado no Diário de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, finalmente os jornais estaduais publicam notícia sobre Goiatuba,e, finalmente uma boa notícia: O Tribunal de Justiça confirma cassação do prefeito Marcelo Coelho. Viva a Justiça Brasileira, viva a Justiça de Goiás.

Além do processo que culminou em sua cassação pelo TJ, o Prefeito Marcelo Coelho enfrenta uma dezenas de processos na justiça. E, olha, que se todas as irregularidades existentes na cidade de Goiatuba se trasnformasse em processo Judicial, certamente o prefeito Marcelo Coelho estaria enfrentando uma centena de processos judiciais.

O Prefeito Marcelo Coelho não tem o mínimo respeito pela pessoa humana, não respeita as leis, não respeita nada. Sente-se como se fossse um Deus na cidade. Em Goiatuba é mais fácil conseguir falar com o Papa João Paulo segundo, ( e não estou errando, é com este papa mesmo, falecido) do que alguem conseguir falar com o prefeito Marcelo Coelho. Eu já ouvi de vários secretários dele que ele não fica na cidade, que ninguém o vê, e que a cidade está totalmente abandonada.

Goiatuba precisa de uma intervenção Estadual. Precisa que o Governador olhe para aquela gente, para aquele povo ( do qual eu faço parte), e lembre que o papel do estado é intervir quando um prefeito transforma uma cidade em uma fazenda partircular. Goiatuba é uma fazenda de onde o Marcelo apenas retira os recursos como os velhos colonizadores, retira sem nada colocar. Você anda pela cidade e não vê sequer um investimento, funcionários não tiverem nem correção salarial e são tratados como bardeneiros em vez de serem respeitados como trabalhadores.

Goiatuba está feliz com a decisão do Tribunal, e, espera ansiosa pela decisão do Governador por uma intervenção na cidade, para que se coloque tudo em ordem.