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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

É preciso viver.

Vou cantar a esperança neste mundo fatigado,
falar  a verdade onde só há mentiras.
Distribuir ânimo a um povo cansado.
Tirar o mundo desta letargia.


Distribuir sorrisos a rostos angustiados,
semear esperança a todos os corações.
Pregar o amor, hoje, mutilado.
Falar de alegria, falar de emoção.

E quando escuro estiver o horizonte,
minha consciência não venha me cobrar,
o som do meu tambor visto a bater.

E quando já não houver raios de sol nos montes,
Que eu sente a beira de uma fonte a jorrar,
E sinta que ainda é preciso viver.

(Poesia escrita no ano 1995. com adaptações.)

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