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sábado, 8 de janeiro de 2011

O dia amanhece

O dia amanhece, e a chuva cai, lá fora, mansa e sem nenhum pressa.
Já são cinco horas e a cidade começa a se  movimentar.
O padeiro, o jornaleiro já está na rua para trabalhar.
Oh homem acorda deste teu sono e  aprenda o perdão.

O barulho recomeça nos ouvidos daqueles que dormem o sono da perdição.
Eles não tem paz, vivem de rancor, pensando em destruição.
Não veêm o sofrimento daqueles a quem tiram o pão.
e os sons que saem de suas bocas, são sons da destruição.


O dia amanhece, tudo recomeça, tudo frio, mesmo com o calor.
A chuva chove mas não mata a sede dos que adoecem por falta de carinho.
E tudo segue nos triste trópicos da metrópole onde o que mais falta é amor.
E eu aqui sentado, longe tudo, pensando o que seria se você estivesse aqui em nosso ninho

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