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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Quem Sou??


Um homem disposto a recomeçar a estrada do amor.
Recomeçar consciente do que o amor que verdadeiro ficou no passado.
E, de tão verdadeiro, sabe-se que um dia pode voltar ao presente.
Um homem consciente de que o amor verdadeiro nunca se esquece,
Mesmo que nunca lembrado, e, mesmo que nunca vivido.
Um homem que sabe que o amor não tem medida, e é infinito.
Um homem que sabe que o amor verdadeiro pode ser ofertado a quem se quer.
Um homem que não importa a dor, sempre acredita que não é possível viver sem bem sem a beleza dos olhos de  uma linda mulher.

Sou aquele homem que guarda em si uma criança crédula;
Que acredita que é possível sempre lutar por um mundo melhor;
Um homem que nunca esqueceu que pode se viver de mãos unidas;
E que aceitar que somos diferentes é o melhor caminho para não estar só.
Um homem que não acredita em guerras como meio de encontrar a paz.
E que encontrou sua paz interior olhando para dentro do próprio coração.

Sou aquele mesmo homem que viveu e buscou sua paz em tantas religiões;
Que se emocionou com as lindas músicas da Renovação Carismática católica;
E que questionou ao padre se ele acreditava mesmo que no inferno entraria tantas multidões.
Sou o mesmo homem que renegou a Kibanda, fugiu da umbanda para não mais voltar;
E que nunca esqueceu o segredo do pantáculo de fogo desenhado no ar.
O homem que no kardecismo aprendeu que há vida após a morte;
E que o sucesso na vida nunca é apenas um golpe da sorte.
Um homem que aprendeu no adventismo o segredo secreto do poder dos salmos.
E voltando ao mundo profano aprendeu que quase nada é devido ao acaso.

Sou o homem que quase desiludido desposou a filosofia ocidental.
Platão, Aristoteles, Plotino, e todos, parecia um pantanal.
Sou o homem que extasiou-se com Esrasmo de Roterdam e sua loucura sem igual.
Gargalhei de Niestche, Duvidei de Descartes, e desconfiei de Kant e sua ética universal.
Assombrei-me com Hegel, embriaguei dos fenomenólogos acreditando que Satre fosse sem igual.
Depois li Husserl, Heidegger, e desacreditei de Satre e seu nada fenomenal.
Sou o homem que só vi no marxismo o humanismo transcendental.
Nunca fui socialista e nunca acreditei em uma consciência de classe que pudesse ser universal.
Li, e reli Foucault, e do  pouco que vi, padece-se do mesmo mal.
Ensina-se o os outros a cuidar de si, e morre-se por que se cuida mal.

Sou o homem que vê no amor o grande portal.
O portal que transcende dos a dores deste mundo infernal.
O amor é o portal da luz não para um mundo sem igual;
Mas para nos fazer homens que viva neste mundo sem temer o mal.
Sou o mesmos homem que acredita na força do coração.
Sou o mesmo homem que um dia olhou os teus olhos quando adentrava aquele velho portão.




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