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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Para viver o amor.

Para viver o amor é preciso aprender a renunciar.
É preciso renunciar determinados prazeres da carne.
É preciso renunciar a mentira, o engodo, a traição.
O amor não reina onde há mentiras.
O amor não reina onde há engodos,
O amor não reina onde há traição.
O amor é companheiro da sinceridade, da verdade, por mais dura e cortante que ela seja.
O amor é companheiro da fidelidade, pois não sabe ser tudo, mas não sabe não ser inteiro.
Para viver o amor é preciso aprender a servir.
Não se ama ou se é amado quando passa o tempo todo buscando tempo para si mesmo.
É na disposição de servir que encontra o outro, e é no encontro com outro que se aprende a amar.
Não se vive o amor sem a convivência diária.
Algumas pessoas pensam viver amor quando na verdade apenas se embriagam de paixões.
Muitas vezes, paixões carnais e desordenadas. Estes, não conhecem o verdadeiro prazer que o amor pode proporcionar.
Para viver o amor é preciso aprender a viver em paz, consigo mesmo e com os outros.
Para viver em paz é preciso seguir o caminho da serenidade.
A paz só nasce nos corações sinceros, nos quais a verdade já cravou profundas raízes.
A serenidade só nasce nos corações onde já habita a sabedoria, ou pelo menos alguns raios dela.
Quando se tem paz e serenidade é que é possível viver o instante, e para viver o amor é preciso viver o instante. É no instante que acontece todo nosso passado e todo nosso futuro. Não existe nenhum momento para ser feliz senão agora.
Quando se aprende a viver o instante com paz e serenidade, aprende-se o caminho da pureza do coração. E neste momento, a mente pura, entregue ao amor recebe do espírito os raios da sabedoria necessária a viver no corpo o instante sagrado do amor.
Quando se vive o amor aprende-se a ter força pelo sofrimento e superação das dores da vida.
E na superação de cada dia, a força vai se unindo a sabedoria para trazer beleza incomensurável ao viver.
Então, com a força, sabedoria, e a beleza, alcança-se a catedral da alma.
A vivência do amor nos leva a ter consciência de nós mesmos, e nesta consciência aprendemos a ver nos outros o amor divino.
Só então, a alma nos liberta e proporciona ao corpo o prazer divino de poder viver, de poder, ser, amar, estar, reintegrar-se.

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