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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Todos os dias sem você.

Todos os dias são iguais vivendo sem você.

O Sol se põe no horizonte, e eu sinto novas esperanças.
Vagarosamente começa a anoitecer, o sono desaparece,
Sozinho, no silêncio da noite, fico vivendo das lembranças.
Lembranças doces, suaves que, ao meu coração, aquece.
A doce, doce lembrança do que foi um dia ter você.

Todos os dias são iguais, vivendo sem você.

Então surge a madrugada, silenciosa e dolorida.
Meu amor cresce mais, mais que minha própria vida,
Eu durmo acordado, e acordado dormindo
Vejo o bonde que vai passando, e o bonde que vem vindo.
Como todos os astros da noite que espera o amanhecer.

Todos os dias são iguais, vivendo sem você.

E o dia vai clareando, a manha vai surgindo
O mundo inteiro acordando, e eu acordado, fico dormindo.
O movimento que surge, alardeia o amanhecer.
A aurora do horizonte, a força do viver.
Tudo vai anunciando que eu não tenho você.

Todos os dias são nada, vivendo sem você.







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